Tonalidad: E minor
Verse 1
Em
Esse beat aqui, ó
Dá pra rimar sobre tudo
Sobre rap, samba, passado, futuro
Sobre amor ou até sobre maldade
Mas nesse aqui num vou falar é de saudade,
eu disse vamos!
Porque hoje eu tô aqui, D2,
D
Em
Arlindo Cruz ao vivo na MTV!
Verse 2
Em
E na palma da mão, vamo' lá,
C
Em
tcha, tcha, tcha
Partido alto e rap meu compadre,
'tamo junto
Beleza!
D
Em
D
G
Verse 3
A
G
Êta, mão ligeira
D
G
D
G
Diplomado na esquina
D
Em malandro de primeira
Verse 4
D
G
Se fosse trabalhador
G#dim
D
Salvava a nação inteira
G
Seria operário-padrão
D
Da indústria brasileira (fala,
Verse 5
G
Êta, mão ligeira
D
B
Diplomado na esquina
Em
A
D
Em malandro de primeira
Verse 6
D
Baug
Em
Se fosse trabalhador
G
D
Salvava a nação inteira
Bm
Em
Seria ope rário-padrão (da onde,
gente?)
A
D
Da in dústria brasileira
Bm
Em
É, e no jogo de ronda sempre
Verse 7
D
Puxando um galho que ninguém acerta
Bm
D
É o rei do baralho,
G#dim
a mão mais esperta
C#
F#m
Melhor jogador
Verse 8
D
G
Mas se fosse trabalhador
Teria outra carreira
D
Baug
Em
Seria operário-padrão da onde?
A
Em
D
(Da in dústria brasileira)
Em
Tremendo mão leve Que sempre se
Verse 9
A
D
atreve e mete a forquilha
No trem ou na pista, dispensa quadrilha
G#dim
Diz que ser punguista
C#
D
é encantador
Verse 10
D
G
Mas se fosse trabalhador
D
Em vez de bater carteira
B
Baug
Em
Seria operário-padrão da onde?
A
D
(Da indústria brasileira)
Então fala, mão fina
A
D
Fala, mão fi na
Verse 11
G
Êta, mão ligeira
D
Baug
Diplomado na esquina
Em
A
Em malandro de primeira
Verse 12
Baug
trabalhador (tá no Mania,
Em
vagabundo?)
G#dim
D
Salvava a nação inteira
Bm
Seria operário-padrão
Em
A
D
Da in dústria brasileira
Verse 13
C
G
Moleque malandro,
não perde o tom
No couro de Jacaré a Louis Vuitton
Na mesa ou na ronda ele é o bom
Em
G
No trem ou na pista
D
não tinha perdão
G
Moleque sinistro, só
Verse 14
G
No jogo de purrinha é a mão mais esperta
Tu tá de bobeira, ele tá alerta
D
C
Então pra não deixar tua bolsa aberta
G
Mão fina, formado
Verse 15
em faculdade
meio de esquina
Dispensa quadrilha, mão fina é parceira
B
D
A doido na feira, a paz é na carteira
G
Mão fina não tinha
Verse 16
família,
não tinha dor
Carrega sozinho a sua dor
A
Mas tá sempre marcando em cima
D
A
Fala, mão fina!
D
Fala, mão fi na (êta,
Verse 17
mão!)
G
D
Êta, mão ligeira (ei!)
Baug
Diplomado na esquina
Em
A
D
Em malandro de primeira
Verse 18
B
Se fosse trabalhador
Baug
Em
G
D
Salvava a nação inteira
Bm
Em
Seria operário-padrão
A
Da indústria brasileira
D
Seria Seria operário-padrão
Verse 19
Em
Da indústria brasileira
A
D
Eu disse seria
Verse 20
Bm
D
Em
Seria operário-padrão
A
D
Da in dústria brasileira
Em
Se ele tivesse um ninho E muito
Verse 21
A
D
carinho da família inteira
Bm
Em
Seria ope rário-padrão
A
D
Da in dústria brasileira
Em
Seria operário-padrão
A
D
Da in dústria brasileira
Verse 22
Bm
Se ele tivesse acesso
Em
A
D
À ordem e o progresso da
Em
nossa bandeira (oba!)
A
D
Seria operário-padrão
Em
A
D
Da indústria brasileira (seria)
Seria operário-padrão
Da indústria brasileira
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