Tonalidad: D major
Intro 1
Em
G
E
Em
Baug
Abdim
G
Em
G
E
Am
Ab
G
Verse 1
G
Um Certa manhã de inverno,
uma formiguinha saiu para o
seu trabalho diário.
D
Eb
Já ia muito longe à procura de
alimento.
Cm
Quando um floco de neve caiu,
prendeu o seu pezinho.
G
Aflita vendo que não podia
se livrar da neve,
Faug
G
que iria assim morrer de fome e frio,
F#m
G
voltou -se para o sol e disse
Eb
D
G
O sol, tu que és tão forte,
D
G
derrete a neve que prende meu pezinho,
Em
G
F
e o sol indiferente nas alturas falou,
G
F
C
D
mais forte do que eu é o muro que
me tapa.
G
Olhando então para o muro,
D
G
a formiguinha pediu,
F#m
G
F#m
D
Cm
G
O muro, tu que és tão forte, que tapas
Mas o sol, que derrete a neve,
desprende meu pezinho.
D
F
E o muro, que nada vê e muito pouco fala,
Cm
respondeu apenas
G
A
Mais forte do que eu
G
D
é o rato que me rói.
Voltando -se então para um ratinho
que passava apressado,
G
a formiguinha suplicou
F#m
O rato, tu que és tão forte,
G
que róis o muro,
que tapo o sol,
que derrete a neve,
desprende meu pezinho.
D
Mas o rato que também ia fugindo do frio,
G
gritou de longe.
Mais forte do que eu,
F#m
G
é o gato que me come.
F#m
D
G
Já cansada, a formiguinha pediu ao gato.
F#m
G
O gato, tu que és tão forte,
que comes o rato,
que rói o muro,
D
que tapa o sol,
F#m
que derrete a neve,
G
F#m
D
desprende meu pezinho.
G
E o gato sempre preguiçoso
disse bocejando,
Cm
G
mais forte do que eu é o
F#m
cão que me persegue.
D
G
Aflita e chorosa,
F#m
G
F#m
a pobre formiguinha pediu ao cão
Ô cão, tu que és tão forte,
que persegues o gato,
que come o rato,
que roi o muro,
que tapa o sol,
que derrete a neve,
desprende meu pecinho
G
F#m
E o cão que ia correndo atrás de uma raposa,
E
respondeu sem parar
F#m
C#
Mais for te do que eu?
G
D#
Cm
F#
F#m
É o homem que me bate?
G
F#m
G
Já quase sem forças,
Ab
G
Am
sentindo o coração gelado de frio,
F#m
a formiguinha implorou ao homem.
G
Ô homem, tu que és tão forte
D
F#m
que bates no cão, que persegue o gato,
D
que come o rato,
Eb
que roi o muro,
que tapa o sol,
G
que derrete a neve,
C
G
desprende meu pecinho.
D
E o homem,
Gm
sempre preocupado com seu trabalho,
Ab
G
respondeu apenas.
Gm
Bb
Fm
Ab
Mais forte do que eu é a morte
Fm
que me mata.
Tremula de medo,
F
olhando para a morte que se aproximava,
a pobre formiguinha suplicou.
F#m
Oh morte, tu que és tão forte,
G
D
que matas o homem,
B
que bate no cão,
Ebdim
que persegue o gato,
Fm
F#m
que co me o rato,
que roi o muro,
que tapa o sol,
C#m
que derrete a neve,
desprende meu pecinho.
F#m
D
G
F#m
C#
Eb
E a morte impassível respondeu
G
D
G
Mais forte do que eu é Deus
que me governa
Quase morrendo,
F#m
Em
então a formiguinha rezou baixinho
E
G
Meu Deus, tu que és tão forte
C
G
que governas a morte que
mata o homem,
que bate no cão,
que persegue o gato,
que come o rato,
que roi o muro,
que tapa o sol,
Em
que derrete a neve,
G
Em
desprende meu pecinho.
G
E Deus, então, que ouve todas as preces,
A
G
sorriu, estendeu a mão
Fm
E
por cima das montanhas
e ordenou que viesse a primavera.
A
F
A
G
C
Cm
No mesmo instante,
G
no seu carro de veludo e ouro,
a primavera desceu por sobre a terra,
B
G
enchendo de flores os campos,
C
enchendo de luz os caminhos,
D
E vendo a formiguinha quase morta,
C
gelada pelo frio,
D
G
tomou -a carinhosamente entre as mãos
e levou -a para seu reino encantado,
onde não há inverno,
onde o sol brilha sempre
e onde os campos estão sempre cobertos de flores.
Eb
G
A
G
Em
Am
D
G
C
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